XXI Congresso da Pastoral Familiar do Regional Sul 3
santa cruz do sul
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História

A Diocese de Santa Cruz do Sul
A Diocese de Santa Cruz do Sul foi criada pelo Papa João XXIII através da bula "Quandoquidem Servatores" assinada por ele em 20 de junho de 1959 e publicada no Jornal L'Osservatore Romano em 14 de agosto de 1959. Para seu primeiro Bispo foi designado o Monsenhor Alberto Frederico Etges, natural de Santa Cruz do Sul e nascido aos 11 de julho de 1910. A sagração episcopal de Monsenhor Alberto ocorreu em 25 de outubro de 1959, na Catedral Metropolitana de Porto Alegre.
A Solenidade

A solenidade de instalação oficial da diocese aconteceu no dia 15 de novembro de 1959, em Santa Cruz do Sul, sede da nova diocese. Calcula-se que estiveram presentes na solenidade mais de oito mil pessoas, além dos Padres, Bispos, o Arcebispo Dom Vicente Scherer e o Núncio Apostólico.

A Nova Diocese

Na época, a nova diocese contava com 39 paróquias em 10 municípios. Sua extensão era de 14.910 km² e tinha uma população de 370 mil habitantes. Ao longo dos anos, diversas paróquias foram surgindo com a emancipação de alguns municípios, alterando a situação geográfica e demográfica da diocese. Atualmente, a Diocese de Santa Cruz do Sul abrange 40 municípios e conta com 51 paróquias, totalizando mais de mil comunidades constituídas.

Em 13 de abril de 2011

A Diocese de Santa Cruz do Sul passa a pertencer a nova Arquidiocese de Santa Maria, com sede na cidade de Santa Maria.

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XXI Congresso da Pastoral Familiar do Regional Sul 3
A Diocese de Santa Cruz do Sul estará acolhendo as famílias do Rio Grande, Passo Fundo, Erexim, Frederico Westphalen, Vacaria, Bagé, Pelotas, Porto Alegre, Caxias, Montenegro, Novo Hamburgo, Osório, Santa Maria, Cachoeira do Sul, Cruz Alta, Santo Ângelo e Uruguaiana.
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Inspirados pela Alegria do Amor

Que brota do coração do Evangelho, reunimo-nos como Igreja para contemplar a família como caminho de santidade. Em meio aos desafios do nosso tempo, queremos redescobrindo que, na Cruz de Cristo, o amor amadurece, se fortalece e floresce. O matrimônio cristão é vocação, missão e estrada para o céu. Que este Congresso reacenda nas famílias a certeza de que são chamadas à santidade no cotidiano da vida.
O Congresso Regional da Pastoral Familiar de 2026 chega em um momento de especial significado histórico e espiritual. Celebramos os 10 anos de Amoris Laetitia (2016-2026), a Exortação Apostólica do Papa Francisco que lançou um olhar de misericórdia e ternura sobre as famílias do mundo, e os 45 anos de Familiaris Consortium (1981-2026), o documento fundador que deu à Pastoral Familiar no Brasil sua identidade, sua missão e sua espiritualidade. Estes dois jubileus não são apenas datas comemorativas — são convites à renovação, ao aprofundamento e à conversão pastoral.
O ano de 2026 nos encontra em um contexto de profundas transformações sociais, culturais e tecnológicas que desafiam a família cristã de maneiras sem precedentes. A fragmentação das relações, o individualismo crescente, a cultura do descartável, as novas configurações familiares, os desafios da saúde mental, a pressão das redes sociais sobre os vínculos afetivos, a crise da natalidade, o envelhecimento da população e as ameaças à vida em suas formas mais frágeis — tudo isso exige da Pastoral Familiar uma resposta pastoral renovada, corajosa e misericordiosa.

Fundamentação Teológica

1. A Alegria como Vocação da Família
A família não é apenas lugar de desafios — é lugar de graça, de crescimento, de presença de Deus. A alegria cristã não é superficial nem ingênua. Ela nasce do sim fiel pronunciado no matrimônio, do perdão vivido no cotidiano, da entrega silenciosa dos pais, da perseverança nas crises, do cuidado com os filhos e com os idosos, da oração partilhada no lar.
Familiaris Consortium (n. 9) nos ensina que a família é chamada a uma "conversão contínua, permanente", que se realiza "em passos que conduzem sempre para além". Essa conversão não é pessimismo — é esperança ativa. É a certeza de que Deus não abandona as famílias em seus caminhos, mas as acompanha, as sustenta e as transforma.
A alegria da família cristã é, portanto, uma alegria que conhece a Cruz. Não é a alegria fácil de quem nunca sofreu, mas a alegria profunda de quem sofreu e descobriu, no meio do sofrimento, a presença de Cristo ressuscitado. É a alegria de quem aprendeu, no cotidiano do amor conjugal, que "o amor não passa" (1 Cor 13,8).
2. A Cruz como Lugar de Amadurecimento do Amor
O lema deste Congresso — "Na Cruz, o amor amadurece" — não é uma frase de resignação, mas de esperança transformadora. A Cruz não destrói a alegria: ela a purifica, a aprofunda, a torna verdadeira.
O matrimônio cristão não é apenas uma celebração — é uma vocação pascal. Assim como Cristo amou a Igreja "até o fim" (Jo 13,1), o amor conjugal é chamado a passar pelas renúncias, a aprender a perdoar, a crescer na fidelidade, a se fortalecer na dor compartilhada. Familiaris Consortium (n. 13) afirma que o amor conjugal é "participação no próprio amor de Deus pelo homem e do amor de Cristo pela Igreja".
Em 2026, as famílias carregam cruzes específicas e urgentes: a crise da saúde mental que afeta filhos e cônjuges, a pressão econômica que fragmenta os vínculos, a solidão dos idosos abandonados, o sofrimento das famílias com filhos com deficiência ou doença rara, a dor das famílias feridas pela separação, a angústia dos pais diante de uma cultura que ameaça os valores que desejam transmitir. A Pastoral Familiar é chamada a estar presente nessas cruzes — não para dar respostas fáceis, mas para acompanhar com misericórdia.
3. A Santidade Possível e Concreta no Cotidiano
A santidade familiar não é extraordinária — ela floresce no ordinário. Floresce na rotina do lar, na educação paciente dos filhos, no cuidado amoroso com os idosos, na fidelidade silenciosa de cada dia, na oração simples pronunciada antes das refeições, no perdão pedido e concedido após uma discussão. É a santidade do "amor que permanece" — não apesar das dificuldades, mas através delas.
Amoris Laetitia (n. 316) nos recorda que "a família é o lugar onde os pais se tornam para os filhos os primeiros anunciadores da fé". Essa missão evangelizadora não exige grandes gestos — exige fidelidade cotidiana, coerência entre o que se crê e o que se vive, abertura à graça que transforma o ordinário em extraordinário. Em 2026, a santidade familiar enfrenta o desafio de ser vivida em um mundo que a desconhece e frequentemente a rejeita. Por isso, o Congresso quer reafirmar: a família cristã é possível, é bela e é necessária — não como ideal inatingível, mas como caminho concreto de amor, de perdão e de esperança.
TEMA:

“A Alegria do Amor: Vocação à Santidade que floresce na Família”

LEMA:

“Na Cruz, o amor amadurece.”

XXI Congresso da Pastoral Familiar do Regional Sul 3

Presenças confirmadas

“10 anos de Amoris Laetitia”
“45 anos da Familiaris Consortio”

Dom Moacir Silva Arantes

Bispo da Diocese de Barreiras e da Comissão Episcopal para a Vida e a Família da CNBB

Dom Bertilo João Morsch

Bispo Referencial da Pastoral
Familiar Regional Sul 3

Dom Itacir Brassiani

Bispo da Diocese de
Santa Cruz do Sul

Pe. Edson Pereira

Assessor Ecles. da Pastoral
Familiar Regional Sul 3

Pe. Rodrigo E. Hillesheim

Assessor Ecles. da Pastoral Familiar Regional Sul 3 | Setor Pré Matrimonial

Pe. Rodolfo Chagas Pinho

Assessor Nacional da Comissão
para a Vida e a Família

Alisson e Solange Schila

Casal Coordenador Nacional
da Comissão para a Vida e a Família

XXI Congresso da Pastoral Familiar do Regional Sul 3

Apoiadores

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